Com a reforma da Previdência aprovada no governo Bolsonaro, mudam os valores descontados dos salários dos trabalhadores brasileiros como contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A partir de março, as regras novas entram em vigor por completo. O desconto, que variava entre 8% e 11% do salário, agora vai de 7,5% a 14% para o setor privado e empregados públicos, e chega a 22% entre servidores públicos.

Veja as novas taxas:

• 7,5% até um salário mínimo (R$ 1.039,00);

• 9% para quem ganha entre R$ 1.039,01 R$ e 2.089,60.

• 12% para quem ganha entre R$ 2.089,61 e R$ 3.134,40.

• 14% para quem ganha entre R$ 3.134,41 e R$ 6.101,06.

A cobrança de impostos é inegavelmente uma preocupação do trabalhador. O Brasil está entre os países que mais taxam a população pobre: aqui, quem tem menos paga mais. “Se diminui a renda, diminui a nossa capacidade de compra, o que acaba prejudicando a economia, pois sem consumo interno, dificilmente o país sairá da recessão”, enfatiza Adilson Ferreira da Mota, diretor Jurídico e previdenciário do SINPAF.

Fonte: Sinpaf Nacional, disponível em
http://www.sinpaf.org.br/index.php/comunicacao/noticias/1230-saiba-como-fica-o-desconto-do-inss-no-salario-apos-a-reforma-da-previdencia?fbclid=IwAR0WKzLELR4QzQ9pMuecm4CNbqCnxSlKHuAY33SZdZxwZK_mpwILmptI2co