SSCJ desenvolve ações para evitar o retorno presencial ao trabalho, previsto para início de janeiro

Direção Nacional do SINPAF solicitou a revogação da Deliberação nº 33

Desde o início da semana, a diretoria da Seção Sindical Campinas e Jaguariúna (SSCJ) do SINPAF está fazendo pressão para evitar o retorno presencial ao trabalho nas unidades vinculadas. A ação está de acordo com a iniciativa do SINPAF Nacional (veja aqui a nota publicada na semana passada) e visa a segurança de todas(os) as(os) trabalhadoras(es) e a defesa da vida.

A diretoria da Seção Sindical encaminhou notificação extrajudicial às chefias locais sobre os risco do retorno ao trabalho presencial neste momento e a responsabilidade da Empresa e dos gestores em relação à saúde e à vida das(os) profissionais.

A ação do sindicato visa conscientizar sobre a importância de manter o sistema de revezamento, com o máximo de rigor no cumprimento das medidas de segurança, e o teletrabalho. A pandemia no país não está controlada. Os casos continuam a crescer em um ritmo acelerado com aumento no registro do número de infecções e de mortes em decorrência de complicações da covid-19. Apenas para exemplificar a gravidade da situação, semana passada faleceu um colega pesquisador lotado na Embrapa Gado de Corte, Campo Grande (MS).

“Fazemos um apelo ao bom senso. Não há justificativa para determinar o retorno presencial a partir de 4 de janeiro. As atividades da empresa continuam sendo desenvolvidas, com esforço e dedicação por parte das(os) trabalhadoras(es), e a situação é muito grave. É uma questão de saúde pública. As unidades não estão preparadas para receber as(os) trabalhadoras(es) neste momento. Defendemos o retorno presencial apenas após a vacinação”, afirma o presidente da Seção Sindical, Mário Urchei.