Condições de segurança nos ambientes de trabalho requer o máximo de atenção 

Diretoria da Seção Sindical Campinas e Jaguariúna do Sinpaf cobra a implantação de todas as medidas para assegurar a saúde das(os) trabalhadoras(es) nas unidades


A Diretoria da Seção Sindical Campinas e Jaguariúna (SSCJ) do Sinpaf permanece atenta às condições e medidas de prevenção contra o contágio pelo novo coronavírus nas unidades, a fim de contribuir com a implantação de um conjunto de procedimentos normas e ações para possibilitar um ambiente seguro a todas(os) as(os) trabalhadoras(es) que estão desenvolvendo suas atividades profissionais em sistema de revezamento.

Por meio de ofícios encaminhados às chefias das unidades e representantes das CIPAs, a Diretoria vem cobrando a implantação de todas as iniciativas recomendadas por órgãos sanitários competentes, com a preocupação de resguardar a saúde e a vida de todas(os) as(os) trabalhadoras(es). 

Nesta sexta-feira, 3, novo ofício foi encaminhado às chefias, com referência à Portaria interministerial nº 20, de 18 de junho de 2020, assinada pelos ministérios da Economia e da Saúde e que “estabelece as medidas a serem observadas visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho” (veja a Portaria aqui).

Dentre as medidas imediatas que devem ser tomadas, a partir da data da publicação da Portaria (a publicação foi em 19 de junho), está a “triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados“, conforme o item 2.7 b do documento.

Esse é um procedimento de prevenção que o Sindicato considera essencial e já estava previsto no documento elaborado pela Diretoria Nacional, no início de junho, contendo sugestões de medidas de proteção às(aos) trabalhadoras(es) em situação de revezamento e encaminhado à Direção da Embrapa (acesse aqui).

A Portaria nº 20 também determina que a empresa deve fornecer máscaras cirúrgicas ou de tecido a todas(os) as(os) trabalhadoras, conforme o item 7.2. As máscaras devem ser substituídas a cada três horas ou quando estiverem úmidas ou sujas, e precisam ser confeccionadas e higienizadas conforme determinação do Ministério da Saúde. A higienização deve ser feita pela empresa ou pela(o) trabalhadora(or), com orientação da empresa. Este item entra em vigor no dia 6 de julho.

O documento trata também de orientações quanto à conduta em relação aos casos suspeitos e confirmados; higienização de ambientes de trabalho e trabalhadoras(es)  do grupo de risco, entre outros. Confira aqui a análise da LBS Advogados sobre a Portaria.

Fique atenta(o) você também. Caso necessário, o contato pode ser feito diretamente com a Diretoria da Seção Sindical ou pelo e-mail corona@sinpaf.org.br.
 

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